Na Região Norte Da Cidade, São Duas Opções De Integração Temporal Entre Linhas.


Para isso, basta passar o cartão transporte na entrada no tubo. Especial Horário de Ônibus: confira os horários, os itinerários, onde está seu ônibus e o mapa com todos os pontos de Curitiba Quando o passageiro sair do Inter 2 para pegar o Vilha Velha/ Buriti, enquanto isso, é preciso passar o cartão transporte em um validador dentro do tubo Santa Quitéria. Em seguida, basta seguir para o ponto – ao lado da via exclusiva para os ligeirinhos – e embarcar no ônibus convencional, e passar o cartão-transporte no validador do segundo veículo . Ao longo da Linha Verde, trecho da BR-116 na parte Sul da cidade, cinco estações-tubo têm integração temporal. São elas: São Pedro, Marechal Floriano, Fanny, Santa Bernadethe e Xaxim. Nesse caso a regra de integração é válida de um tubo para o outro. Isso significa que passageiros de linhas que desembarquem em alguma das estações participantes podem mudar o trajeto embarcando no tubo do outro lado da via. Na região Norte da cidade, são duas opções de integração temporal entre linhas. Uma delas liga a linha Jardim do Arroio às linhas São Benedito e Santa Cândida/Santa Felicidade, permitindo o deslocamento até os terminais da Barreirinha ou do Santa Cândida.

Depois de dois coletivos sofrerem arrastões apenas esta semana - um na noite de quinta-feira e outro na sexta-feira (2) - um dos coletivos que realizam o tradicional passeio aos pontos turísticos da cidade foi assaltado neste domingo (4). De acordo com a Polícia Militar, o veículo foi invadido por um indivíduo armado no momento em que estacionava na Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre), bairro Pilarzinho, para desembarque dos turistas. O prejuízo passou de R$ 6 mil. LEIA TAMBÉM: Mega-Sena acumula de novo.

"Ela está bem, está em casa, saudável, monitorada, acompanhada e sem nenhum problema. Não queremos criar nenhum alarde. Não há nenhuma situação de vírus, não há nenhum alarde nas redondezas", disse Marcia Huçulak. É o primeiro caso de febre amarela registrado na cidade em dez anos, conforme a prefeitura. Ainda segundo a secretária, a mulher passou as festas de fim de ano na cidade paulista, e não havia tomado a vacina. Ela voltou para Curitiba com os sintomas, procurou ajuda, e foi monitorada, conforme informações da prefeitura. De acordo com a secretaria, além da paciente confirmada, não há registro de outras pessoas com suspeita de febre amarela na cidade neste ano. A prefeitura informou também que não há monitoramento de rotina na análise dos macacos saguis na cidade e que não registrou nenhuma situação preocupante que motivasse o monitoramento. A superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Júlia Cordellini, informou que, assim como em Curitiba, a situação também está controlada nas outras cidades do Paraná. "O Paraná não tem situação viral, não só Curitiba. O Paraná não é área de risco para vacina.

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